"...depois de todas as tempestades e naufrágios o que fica de mim e em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro"
Caio Fernando Abreu.

terça-feira, 22 de março de 2011

"Não sou escravo de ninguém"

Eu tenho o problema sério com questão de autoridade. Simplesmente ODEIO RECEBER ORDENS! Quer me deixar fora de mim?! Me dê ordens. Felizmente vocês não podem me ver, mas estou tão possessa de raiva que já até visualizei minha mão no pescoço da coordenadora de ADM. Quem aquela vaca acha que é pra dizer o que eu faço ou deixo de fazer dentro ou fora da sala de aula. Sinceramente, tive uma vontade de mandá-la ir se fuder (sem cuspi, com areia, brita e caco de vidro) E lembrá-la de que EU NÃO SOU OBRIGADA A NADA e que se quiser algum favor é só PEDIR que talvez eu faça. Tudo bem que irei aplicar as reposições no sábado a tarde, mas não vou fazer isso para nenhum professor por OBRIGAÇÃO ou porque sinhá fulana MANDOU.


E só para lembrar ainda NÃO RECEBI O SALÁRIO DE FEVEREIRO!!


Música do dia: “Não sou escravo de ninguém/ Ninguém, senhor do meu domínio/ Sei o que devo defender...”

sábado, 19 de março de 2011

Como fazer terrorismo_ou_Rasguei tua prova!

Fazer terrorismo na hora da prova é a melhor coisa, mas ser a responsável pelo maior King Kong da paróquia, não é. Ontem apliquei prova numa das minhas turmas de Serviço Social, após o terrorismo básico e algumas ameaças – de morte – para os alunos que deixaram para reposição, finalmente “relaxo” e fico aguardando os meninos terminarem a prova.


Então eis que o inesperado acontece. Alcir entrega a prova e o rascunho. Como faço com todos os rascunhos, rasguei. Detalhe: na verdade o que “destruí” foi a PROVA dela. Foi patético. Quando ela notou o que eu tinha feito mudou de cor, de aparente brancura passou rapidamente para azul. Recuperadas do choque lá fui eu fazer a única coisa que me competia naquele momento. Pedi para que ela fosse atrás de durex enquanto ficava na sala “montando” a prova ao som da risada da galera me soando...


A pobre criatura teve que refazer a prova todinha. Começou na sala dela e terminou na sala dos professores. Quando recebi de volta, pedi mil desculpas e falei que estava devendo uma pra ela – que não poderia ser convertido em “ajuda” na prova. Com um sorriso amarelo falou que não tinha nada, que graças a Deus tínhamos notado o equívoco na hora (Sorte dela, diga-se de passagem!).


Moral da história, a partir de ontem não vou mais rasgar rascunhos para evitar futuros problemas.

sábado, 12 de março de 2011

QUE ACONTEÇA...

Faz um tempo que venho regularmente no blog com o intuito de ter um ataque de criatividade ou coisa que o valha. Já li muito do que escrevi ano passado. Ri. Chorei (“são tantas emoções”). Mas parece que nada mudou de fato. Nada no sentido de ter o que falar. Até bem pouco tempo atrás o passado era meu principal problema, basicamente ele vivia comigo 24 horas por dia. Hoje, no entanto, o futuro é o que mais anda me preocupando. E os dois - passado e futuro - estão fazendo com que essa cabeça dura aqui fique em estado de “suspense”, ou melhor, estado de inércia, sem coragem para tomar alguma atitude que melhore ou piore a situação. E digo isso, não porque quero que o pior aconteça. A única coisa que quero é QUE ACONTEÇA alguma coisa, qualquer coisa e “o quê?” nem tem tanta importância assim... (o tenha, vai saber...)

Ultimamente ando bem confusa. E você, provavelmente nem estar entendo o que bulhufas quero dizer com esse amontoado de palavras que aparentemente não possuem o menor nexo (que talvez vá fazer algum sentido, algum dia que voltar aqui e reler. Enfim...). Mas para te consolar, também não sei e não entendo nada, e olha que sou EU que estou falando, se fosse qualquer outra pessoa, talvez tivesse mais competência para se expressa.

Até minha capacidade expressão entrou em momento de “ponto morto“, ou como falou Caio Fernando Abreu, entrou em um momento de “ciclo seco”. E põe seco nisso.