E depois de tudo, fez o que as pessoas fazem com a ausência: resignou-se. A ela só restava esperar. O quê, não sabia, mas esperava. Como se isso fosse o único laço que a mantinha pressa a uma realidade – surrealmente – cruel, cortante, aterradora.
Só não contava com um elemento surpresa. Um telefonema no meio da tarde, um convite irrecusável e uma viagem inesperada. Novos rumos a serem seguidos.
Finalmente deixaria para trás o passado e seguiria em frente, levando consigo uma mochila e a esperança de dias melhores (para sempre!).
Obs: Desculpem o clichê, mas estou sentindo que algo muito bom me aguarda.