"...depois de todas as tempestades e naufrágios o que fica de mim e em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro"
Caio Fernando Abreu.
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sábado, 19 de junho de 2010

Várias loucuras ao mesmo tempo

Amor, aqui ta chovendo canivete. Friiiooooo de cair os dentes de tanto que batem um no outro. Já estou morrendo de saudade de você me fazendo companhia na net, mas fico aqui mandando boas energias para que a tua prova amanhã seja MARAVILHOSA! Foi bom ter passado a tarde conversando pelo celular. A cada dia que passa sinto mais vontade de te ter ao meu ladinho (Sonífera ilha!). Você falando que sou muito brava, geniosa (coisa que não sou! – fazendo bico!.. rs..), mas que você me ama mesmo assim – vai entender o amor. Adoooro quando você fala da minha voz, FORTE, SENSUAL – ui! – rs.. E fico injuriada quando você pede pra começar tudo de novo só porque me empolguei e você não entendeu nadinha de nada do que falei (vou dar a idéia de inventarem um celular com tecla Sap). Já estou até escutando você dizer: “Calma! Pisa no freio. Respira fundo e começa de novo”- lendo essa frase agora dá até pra pensar OUTRA coisa... (Pula esses detalhes sórdidos). Mais tudo bem, também faço você voltar muitas vezes. Sem falar nos erros de comunicação, quando uma não consegue entender o “dialeto” da outra – coisas de país continental (até lembrei da música do Jorge Bem “Moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”, apesar de que a minha nega não se chama Tereza e o meu time não é o Flamengo – Timão êô, Timão êô!!.. rs). Será que vou agüentar ficar tanto tempo ainda sem tiver? Ai, ai!!


Amanhã por essa hora já estarei no Crato (espero que esteja mais quentinho que aqui... rs) e a gente vai ter que suportar ficar namorando só por telefone e SMS durante toda a semana – tarefa difícil, mas a gente tenta.


Ai, sabia que estou morta de cansaço?! Parece que estão sugando minhas energias... Mas não vou chorar minha pitangas... Adorei falar com você novamente agora enquanto escrevia esse post. Apesar de quase perder a esportiva com o péssimo sinal da TIM.. E confesso que imaginei muita coisa com essa mente pervertida que Deus me deu.. rs.. Bem que queria ta ai com você usufruindo desse monte de espelhos... kkkk.. Fazendo inveja a determinados casais (risada maligna ao fundo).


Agora deixando de conversar bobagem, sabia que você quase fica viúva e esse post não ia ser publicado? Meu amigo que vem pra cá amanhã pra gente ir pro Crato acabou de ligar. Imagina a cena: eu bem concentrada na frente do PC pensando num monte e pu*@**@ e o celular começa a tocar aquela musiquinha que você ouvi outro dia? Eu quase enfartei agora... Vou até tomar água pra acalmar os nervos.. rs


Mudando de assunto... Esse post todinho – apesar de não parecer – foi pra dizer que te amo muitão e que quero dedicar essa letra pra você. Sei que Toquinho é um gênio e que ele não tinha pretensão de escrever para nós, mas não custa nada nos apropriarmos dessa letra, né? Leia com carinho e pense em tudo que já sentimos.


Beijo.


Canção pra Jade:

Toquinho



Desde quando eu te vi

Tudo ficou mais lindo:

A rua, a lua, o sol no céu luzindo.

Olhando teu olhar,

Ouvindo a tua voz

Chego a não crer,

A me surpreender, feliz, sorrindo.



Estrela singular

Da luz do amor nascida.

Antieclipse lunar da minha vida.

A cada passo teu

Segue meu coração,

Por entre os móveis,

Calçadas, parques e avenidas.



Viva cada instante, viva cada momento,

Proteja da razão teu sentimento.

Tente ser feliz enquanto

A tristeza estiver distraída.

Conte comigo

A cada segundo dessa vida.



E o tempo vai passar

Ao longo dessa estrada.

Novas estórias lhe serão então contadas.

E você vai crescer,

Sonhar, sorrir, sofrer

Entre vilões, moinhos, dragões e poucas fadas.

sábado, 17 de abril de 2010

On the Road


Adoro viajar. Nem acredito como Deus providenciou tudo direitinho. Semana que vem tem um feriado na quarta, algumas semanas atrás tive que substituir uma professora e posso faltar na terça (oh sorte!) e uma paralisação das instituições de ensino particular do estado da Paraíba na sexta \o/. Então, a faculdade com medo de represálias dinheirí$tica$, resolveu acatar a decisão. Resultado: Aninha está com a passagem compradíssima na sua cadeira da sorte (7) no primeiro busão do domingo (7 da manhã) rumo a capital da província, vulgo João Pessoa.

Tudo bem que estou indo resolver a questão da entrega da dissertação e dar entrada no pedido do diploma na UFPB, mas como não sou de ferro, nada impede que existam embalos de terça, quinta e sexta à noite, de quarta à tardinha na praia, cinema nas horas vagas, almoço no bom e velho Coelho’s e muita conversa com os amigos que estão por lá. Nem vejo a hora de saber todos os babados nos últimos meses. Ai, já estou toda serelepe aqui.

Porém, agora vem a parte chata de toda viagem... Arrumar as malas.

Ah! E não custa nada pedir a São Pedro uma forcinha para não chover nessa semana que vou passar em Jampa, porque as coisas ficam mais complicadas, e meu espírito de aventura é um chato! (ODEIO pegar ônibus – lotado e com chuva – ninguém merece).

Energia positiva pra mim, please!

Bom final de semana pra todos e aproveitem a vida!

Aninha M.P.


terça-feira, 23 de março de 2010

E viva ao domingo... de índio!

Estava eu aqui preparando a prova para a turma de Serviço Social, quando bateu uma preguiça disgramada... Então resolvi jogar alguns preciosos minutos (a tarde eles farão falta, tenho certeza!) e comecei a divagar – alguns chamam isso de filosofar – sobre o final de semana, mas precisamente sobre o domingo – a noite – de índio.

Tudo começou quando resolvi acordar cedo para organizar as coisas da faculdade que estavam atrasados – consegui!. Depois parti para o almoço e liguei para uma amiga dizendo que não poderia ir para a sessão de filmes na casa dela porque a minha família tinha resolvido vir aqui pra casa. Mentira deslavada, eu fiquei com receio de dizer que não iria porque queria dormir e assistir o jogo do Timão no final da tarde... E conhecendo Liliane como conheço, se tivesse dito a verdade teria decretado minha sentença de morte, o fim do creme de galinha nos domingos, sem falar na lição de moral. Ou seja, menti por um bom motivo – pra mim, lógico!

Então parti para a primeira fase da “mentira” dormi a tarde quase toda, das 12 e 30 às 16 horas. Acordei com a peste do celular tocando, então atendi e era Luana chamando para sair a noite para assistir uma peça no teatro... Como eu ainda estava drogue – eu nem tinha aberto os olhos – acabei concordando com ela. Na verdade, estava me sentindo culpada por não tê-la chamado para pizzaria no sábado (simplesmente eu esqueci da minha prima favorita... Deve ser a idade!). Então aceito prontamente e ela me comunica que teria que estar no teatro ás 7. Então levanto nas carreiras pra tomar banho me arrumar e assistir o jogo do Timão que iria começar de 5. Na hora do intervalo vou para cozinha preparar algo rápido e que tivesse sustância, uma vez que estava sem grana para jantar após o teatro. Volto pro jogo e vejo meu time perde... E ai começa o domingo de índio... Saiu crente que estou atrasada – o jogo terminou 6 e 50 e ainda tinha todo o percurso até o teatro – e ao chegar, nada de Luana e suas amigas... Começo a ligar feito uma louca e nada dela atender... Pensei: Fudeu! Ela não vem!

Fico esperando feito uma anta na frente do teatro – detalhe: ela era a responsável pela compra dos ingressos.. Depois de 20 minutos de espera (já passavam das 7 e meia) ela chega com a cara mais lava e diz que o telefone tava no silencioso.

Então entramos e o “espetáculo” começa. No início pensei que o problema era comigo, pois todos estavam rindo e aplaudindo insanamente os “atores” da peça. Então tento relaxa – pensei: deve ter sido a preocupação do lado de fora que tirou minha concentração –, mas a coisa toda pareceu pior. A peça simplesmente não tinha pé nem cabeça... Uma hora eles estavam fazendo uma sátira de uma passagem bíblica e na outra estava falando dos atentados terroristas do 11 de setembro. E a menos que o meu mestrado tenha me “emburrecido” pra cara#$@, eu não consegui entender o que tem a ver o cú com a cueca... Então, entra um comediante no intervalo do 1º para o 2º “ato” da dita peça e simplesmente acho o cara genial. Não preciso dizer que ele fazia piadas inteligentíssimas, e com a exceção de três ou quatro pessoas e essa que vos fala, o restante da platéia ficou calada, sem esboçar nenhuma reação. Então o melhor momento da “peça” acaba – o intervalo – e o grupo volta a se apresentar...

E finalmente, uma hora e meia depois de entramos para assistir a peça, vejo que a via crucis acabou! No caminho de volta para o estacionamento começa uma baita chuva e não tem nenhuma proteção para ficarmos esperando até a chuva diminuir. Resultado: continuamos nossa caminhada para o carro, entramos todas molhadas e eu já começo a expirar feito uma louca.

Chego em casa parecendo uma pinta molhada, expirando, muitos reais mais pobre, pressentindo que estava gripada e com fome...

Qual a moral da história? Não atenda o telefone quando estiver dormindo, esqueça seu remoço e nunca, repito, NUNCA saia de casa sem saber qual a peça que você vai assistir!

Atchim!

Ana M.P.