Faz um tempo que venho regularmente no blog com o intuito de ter um ataque de criatividade ou coisa que o valha. Já li muito do que escrevi ano passado. Ri. Chorei (“são tantas emoções”). Mas parece que nada mudou de fato. Nada no sentido de ter o que falar. Até bem pouco tempo atrás o passado era meu principal problema, basicamente ele vivia comigo 24 horas por dia. Hoje, no entanto, o futuro é o que mais anda me preocupando. E os dois - passado e futuro - estão fazendo com que essa cabeça dura aqui fique em estado de “suspense”, ou melhor, estado de inércia, sem coragem para tomar alguma atitude que melhore ou piore a situação. E digo isso, não porque quero que o pior aconteça. A única coisa que quero é QUE ACONTEÇA alguma coisa, qualquer coisa e “o quê?” nem tem tanta importância assim... (o tenha, vai saber...)
Ultimamente ando bem confusa. E você, provavelmente nem estar entendo o que bulhufas quero dizer com esse amontoado de palavras que aparentemente não possuem o menor nexo (que talvez vá fazer algum sentido, algum dia que voltar aqui e reler. Enfim...). Mas para te consolar, também não sei e não entendo nada, e olha que sou EU que estou falando, se fosse qualquer outra pessoa, talvez tivesse mais competência para se expressa.
Até minha capacidade expressão entrou em momento de “ponto morto“, ou como falou Caio Fernando Abreu, entrou em um momento de “ciclo seco”. E põe seco nisso.