Estava eu pensando sobre o que escrever hoje aqui no blog, mas não tinha idéia pois esses dias tem se revelado cinzentos e melancólicos demais, diria até insuportáveis. A solidão bateu a porta e simplesmente deixa a entrar, sem fazer nenhum esforço. Não é culpa de Ka ou de quem quer que seja, apenas estou triste por dentro, sentindo uma dorzinha no estômago, parecido com as vezes em que me metia em encrenca e sabia que mais cedo ou mais tarde a bomba iria explodir para o meu lado e que teria que arcar cim as conseqüências dos meus atos. Mais não quero pensar nisso agora, ou melhor, não quero escrever sobre isso nesse momento.
Nas minhas andanças pela net achei esse texto de Arnaldo Jabor (é... eu sei, ele é um machista inveterado, mas fazer o que se ele tem algumas sacadas geniais?!) que é muito legal, e me fez pensar sobre as vezes que a gente se acha a última coca-cola do deserto, e acabamos por passar por idiotas. Vale a pena ler...
PESSOAS INTELIGENTES (ARNALDO JABOR)
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
"Eu sei" - respondeu o tolo assim: "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda."
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
"O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente"
Boa a história... eheheh... Faz pensar, porque todo inteligente é meio orgulhoso de sua inteligência, mas conseguindo passar por cima desse orgulho pode ir longe... rs
ResponderExcluirBeijocas