E vamos aos relatos da sessão de hoje...
Semana passada resolvi revelar minhas “fantasias” com S.C. Essa semana não sabia ao certo como seria. Não estava a fim de falar, na verdade eu queria escutar, nem que fossem carões. Só que as coisas aconteceram diferente. Iniciamos a sessão no exato ponto que havíamos terminado na semana seguinte – “Sua ‘relação’ (obsessiva) com S.C. teve algum toque, contato físico”? A resposta foi Não. O que você sentia quando conversava com ela?
Bom, pra resumir um pouco, todas as perguntas giraram entorno do ato sexual (que nunca existiu, diga-se de passagem). As perguntas foram se afunilando até chegar ao ponto de perguntar se eu já havia me masturbado? E para surpresa a resposta também foi um não.
Falamos da minha tia que é lésbica assumida e da sua companheira (pessoa que eu não gosto e com quem até bem pouco tempo eu não falava...) e da reação da minha mãe sobre esse assunto.
Depois ela falou sobre os impactos que uma relação homossexual pode causar numa pessoa que nunca teve relações com homens. Ela falou que seria interessante que eu não começa-se pelo “fim”... Falou que o fato de começar por atos sexuais homo seriam traumatizantes se por acaso eu não fosse... Sugeriu que procurasse manter relações sexuais com homens para “efeito de comparação” (Mary não usou esses termos. É licença poética minha.)
No mais, houve outras conversas (não estou mais só em casa e não quero que ninguém apareça e leia o que estou escrevendo) que em outro momento irei relatar (ou não!). O dever de casa é tentar descobrir que acontecimento traumático ocorreu na minha infância que bloqueou as minhas “descobertas“ sexuais?
Inté a próxima.
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